Domingo, 04 Dezembro 2016 20:15

Viajante

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Naquela tarde ouvia o frio vento Minuano a sibilar por entre o casario antigo da Praça da Matriz.

O que fazer para aquecer o corpo? Bebida quente, agasalho, não eram suficientes. Eu queria mais, queria aquecer o espírito, iluminar a alma.

Olhei ao redor, vi crianças brincando no parquinho.

Bingo! Despi-me dos meus tantos anos, entrei na brincadeira e viajei nas lembranças de guri, correndo de volta ao passado.

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Paulo Ismar Mota Florindo

Formado em Ciências Econômicas, especialização em Marketing e Recursos Humanos, participa eventualmente de concursos de contos ou poesia, já tendo sido publicado em antologias. Escreve por hobby e porque gosta de compartilhar seus textos.

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