Poesia
Sexta, 25 Novembro 2016 20:13

Minha alma de amar é pagã

Tu, amálgama de minhas vidas
Passadas, vividas, sofridas
Do meu ontem, dos meus amanhãs
Das minhas noites, minhas manhãs

Quarta, 23 Novembro 2016 16:21

Ao Poeta

O mesmo lápis que traz a rima
Embala o ritmo que a entoa
A melodia que se destina
Da lágrima que no papel destoa

Terça, 22 Novembro 2016 00:26

Fim

O amor acaba. Em alguma mensagem

Sábado, 19 Novembro 2016 13:56

Retratos da vida

Retratos da vida são ilações imaginárias da mente do sonhador
Retratos da vida apontam com exatidão as razões do meu amor
Retratar é descrever, é reproduzir tudo o que vi e o que senti
Quando retrato-me transpareço, é um retrospecto do que vivi

Quarta, 16 Novembro 2016 20:07

Abrigo

Abrigo

Quarta, 16 Novembro 2016 20:02

Azedume e lucidez

Me diz se não é verdade... Gente com certezas demais, juízo demais, são ou não são chatas? Parecem perder o brilho nos olhos. Olham pra tudo com um olhar embaçado, um ar enfadado...

Segunda, 14 Novembro 2016 20:38

Poética do pó

“Là où ça sent la merde ça sent l’être.”
ANTONIN ARTAUD

Sábado, 12 Novembro 2016 13:57

Soneto de uma dúvida

Tantos contos contados
Sabe-se quantos votaram
Tantos votos votados
Sabe-se quantos voltaram?

Sábado, 12 Novembro 2016 13:45

Loco loco

Desta loucura insana que consome meus dias
Viajo por venerandas veredas verdianas e veganas
Tão só no ato de atar, amarrar e amar maresias
Que corroem, corrompem, se fazem mundanas.

Quinta, 10 Novembro 2016 20:50

O espelho e o rosto

“Mas por que será que, no meio dos momentos mais leves, alegres e despreocupados, às vezes surge por si mesma uma corrente estranha?”
Nikolai Vasilievich Gogol, em "Almas Mortas"

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